III FESTIVAL JAPONÊS DE SÃO PAULO
Nossa companheira da Associação Japonesa de São Paulo, Julie Aray, convidou a ANBEJ para participar do Festival. A presidenta e a vice-presidenta da nossa Associação participaram dos três dias de festividades, onde ocorreram diversas apresentações das provín- cias japonesas, das quais destacamos Hiroshima e Okinawa, pela beleza
e alegria. Paralelamente aos shows, barracas típicas das províncias vendiam deliciosas comidas aos participantes do Festival.
No stand da Jica Zélia,
Bete (ABJICA -SP), Vania e técnicos da Jica
KENSHU-IN UM BRASILEIRO NO JAPÃO
Angela Sotero Barcelar
Minha experiência no País Sol Nascente e de Encantos Mil.
Participei de um programa de treinamento no Japão, na área de Controle da Qualidade e Esgotamento Sanitário, durante o mês de outubro de 2000, como bolsista oficial, representando a Companhia Pernambucana de Saneamento – COMPESA, como contraparte no projeto “Estudo Integrado de Melhoria do Ambi-
Angela com Caranguejos em Sapporo
ente Urbano da Região Metropolitana do Recife”, que vem sendo realizado pela Agência de Cooperação Internacional do Japão – JICA, para o governo do estado de Pernambuco, sob a coordenação da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Social – SEPLANDES. O Japão é um grande manancial de Tecnologia de ponta aplicada na solução dos problemas do setor de sa- neamento, empregando-as de maneira planejada na busca da universaliza- ção do uso sustentável da água. Consideram o Saneamento Básico uma questão de Meio Ambiente e não apenas como um problema de Saúde Pú- blica.Adotam no país modelos racionais na solução da problemática da água E hoje, dada as circunstâncias do planeta Terra, países que conseguiram re- solver seus problemas, trazendo perspectivas de melhoramento da qualidade de vida para a população, devem servir de exemplo para outros . Com base na troca de experiências, idéias e conhecimentos técnico-científico, gerenciais, culturais

e educacionais, adquiridos ao longo deste meu estágio no Japão, nas áreas de abastecimento de água, esgotamento sanitário, proteção aos recursos naturais e ao meio ambiente, espero disseminar toda essa vivência adquirida, compartilhando-a com os colegas de trabalho e com o público em geral. Este treinamento foi sem sombra de dúvida muito profícuo, tanto no aspecto profissional como no pessoal.
Dentro do programa de treinamento visitei diversas estações de tratamento de água e de esgotos nas cidades de Tóquio, Yohohama, Kamakura, Osaka, Quioto, Nara e Nagóia entre outras. Também visitei na ilha de Hokkaido a cidade de Sapporo.

 

Tenho que registrar a beleza e o eficiente trabalho de proteção ambiental que os japoneses vêm realizando no Lago Biwa (o maior lago do Japão), na província de Shiga a 500Km de Tóquio e no Lago Kasumigaura (o segundo maior lago do Japão). O Japão também é um paraíso da gastronomia, do artesanato, com seus tesouros de arte e monumentos históricos de civilizações antigas, preservados até os dias de hoje. Os festivais japoneses retratam sua tradição e cultura, mantida viva através de festas populares. Além desses atrativos, o turista no Japão tem a sua disposição um dos maiores centros de compras do planeta, onde pode realizar todos os seus sonhos de consumo ao alcance de seu poder financeiro, não esquecendo todavia, que Tóquio é considerada a cidade mais cara do mundo.
RECONHECIMENTO A RICARDO MENDES
Aqui a diretoria da ANBEJ, faz de público um reconhecimento à dedicação do companheiro da Associação dos Jovens da ACJR – SEINENKAI, Ricardo Mendes, pela sua especial atuação desde a primeira Feira Japonesa do Recife, não deixando de enaltecer,também, a efetiva participação de todos os membros dessa Associação.
Nossa homenagem a RICARDO MENDES, jovem pernambucano apaixonado pelo Japão, mais do que apaixonado, dedicado as coisas do Japão. Este seu interesse tão forte faz com que conviva com a comunidade japonesa como se dela fizesse parte, desenvolvendo impor- tante papel de liderança nas
práticas relacionadas com a valorização e preservação da cultura japonesa. Ele é dos que fazem. Sua dinâmica, associada às habilidades de artesão e aos conhecimentos de programador visual que é, tem enriquecido as Feiras Japonesas coordenadas pela ANBEJ, sem citar outros eventos ligados ao Japão.
Foram dele as criações dos cartazes da III ª e IV ª FEIRAS JAPONESAS. Ricardo participa de tudo, da organização, da decoração, da mobilização, do dia da feira. Neste ano de 2000, para a IV FEIRA JAPONESA, se superou e confeccionou um DARUMA de 50 cm de diâmetro, por ser a marca da feira. HONRA AO MËRITO.
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