Graças
ao maravilhoso público presente na Feira Japonesa do Recife, pela quarta vez
realizamos esta festividade nipônica com uma intensa participação. Este ano
com três novidades que vale a pena destacar: o DARUME, boneco japonês,
como símbolo da Feira, utilizado para a realização de um desejo, através da
pintura de um olho, deixando-o, caolho, até que realize o pedido. O Cônsul Geral
do Japão no Recife, Diplomata TOKUJI IKEDA, fez o pedido do total sucesso da
Feira. No fim do evento, com o desejo realizado pelo efetivo sucesso, com a
visita de mais de 20 mil pessoas, Ikeda pinta o segundo olho, em agradecimento
pelo desejo atendido. A segunda novidade, a realização do tão sonhado TORII
- Portal Japonês, graças a sensibilidade da empresa TILETRON, que com competência
e eficiência, construiu o significante símbolo japonês, com seis metros de altura
e quatro de largura, pintado de vermelho. Sua montagem foi realizada pela empresa
FRANCIS com rapidez e eficiência Com o TORII nesta IV Feira, oportunamente,
marcamos a passagem para o novo milênio, em contagem regressiva, desejando a
todos que o transpusessem perspectivas de harmonia,
felicidade e paz.
Como terceira novidade tivemos a exposição de IKEBANA,
realizada pela Associação de Ikebana, presidida pela Sra. YOHIE , que abrilhantou
a Feira, proporcionando um agradável momento a todos que a visitaram. Mantendo
a tradição, como sempre, a Feira se inicia com o “KAGAMI BIRAKI” simbolizando
a abertura do caminho para um destino afortunado, trazendo o desenvolvimento
e o progresso a todos os participantes. O KAGAMI BIRAQUE, tradicional cerimônia
japonesa de início das festividades, simboliza a abertura do caminho para
um destino afortunado, trazendo o desenvolvimento e o progresso. Constitui-se
na quebra do TARU que é o barril de sakê, realizada pelo Cônsul Geral do Japão
no Recife, Diplomata TOKUJI IKEDA, com a participação das autoridades e das
três associações que integram a Casa do Japão: Sr. Mamoru Kondo, presidente
da Associação Cultural Japonesa do Recife – ACJR; Marcelino Massanao Takano,
presidente do SEINENKAI; Sr. Takashi Komuro, vice-presidente da Associação
Cultural Brasil Japão – ACBJ; Sra. Vania Avelar de Albuquerque e Sra. Zélia
de Faria Neves, presidenta e vice-presidenta,
respectivamente, da Associação
Nordestina dos Ex–Bolsistas e Estagiários no Japão – ANBEJ, que
idealizou e coordena a Feira. Destaca-se nosso Mestre de Cerimônia Girby Brasileiro.
Ao longo do dia a programação se desenvolve com atividades infanto–juvenis e
apresentações das artes marciais japonesas: KARATÊ e JUDÔ, pelas academias KAWAMURA,
BKK e NAGAI, IAIDÔ por Gustavo Gouveia e AIKIDÔ pela Federação de Aikidô de
Pernambuco. À noite apresenta-se com grande brilho, grupo vindo de São Paulo,
da professora Setsuko Kanashiro, com inúmeras danças e cantos folclóricos japoneses.
Na feira encontramos bebidas e comidas típicas como o SAKÊ e drinks com sakê,
SUSHI, SASHIMI, YAKITORE, YAKISOBA, entre outras iguarias. Temos artesanato
decorativo e utilitário, massageadores, vibradores eletrônicos, lembrancinhas,
KIMONOS para esportes YUKATAS e HAPPYS, camisetas específicas, sandálias típicas,
ORIGAMI, IKEBANAS, BONSAI, livros sobre arte e artesanato japonês, literatura
e arte de gravuras, expressões religiosas, ciência da saúde, através do Núcleo
de Saúde Pública da UFPE, shogui (xadrez japonês), entre outros.
‘Destacamos
que além da imprescindível participação, cada vez mais efetiva da comunidade
japonesa, a parceria entre as Associações componentes da Casa do Japão:
ACJR, ACBJ e ANBEJ tem sido essencial para realizarmos este evento nipônico,
onde cada membro das diretorias contribui, dentro das suas possibilidades, criando
a sinergia positiva, construindo a Feira Japonesa. Ressaltamos que a viabilidade
da Feira se faz através da parceria com a Prefeitura da Cidade do Recife - PCR,
Consulado Geral do Japão e empresas que difundem a tecnologia japonesa no Recife,
como a MUSASHI, MOTOPARTS e produtos YAKULT, YOKI e TOZAN.
Encerra a Feira o BON O DORI, tradicional dança japonesa, realizada especialmente
nos festivais de verão. Executada em grupo, em círculo, onde cada dançarino
realiza passos repetidos e harmoniosos acompanhados por música típica e estimulante.
Inicia-se com a comunidade japonesa, vestida a caráter, com yukatas e happis;
em seguida é aberta à participação de todos. Constitui-se na apoteose da Feira,
mediante uma integração de todos que participam e apreciam a cultura japonesa.