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A Associação Nordestina de Ex-Bolsistas e Estagiários no Japão  ANBEJ foi fundada em 30 de novembro de 1984, na Cidade do Recife, a partir de estímulos do Cônsul Geral e funcionários do Consulado a um grupo de exbolsistas. Tem como finalidade principal congregar convidados do governo japonês que participaram de bolsas de estudo, estágio cultural ou técnico-científico, viagem de intercâmbio ou visita oficial ao Japão; promover o intercâmbio técnico e cultural com associações congêneres do Brasil e do exterior; realizar eventos culturais e técnico-ciêntíficos de interesse dos associados e comunidade nordestina, visando a difundir a cultura brasileira e japonesa; orientar futuros bolsistas e estagiários. Sua área de atuação correspondente à área de jurisdição do Consulado Geral do Japão no Recife, ou seja, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe No cadastro, em processo de reformulação e atualização, estão registrados cerca de 660 nomes de ex-bolsistas do Nordeste, destes mais de 450 são sócios.
A estrutura administrativa é formada pela Diretora Executiva e Conselho Fiscal, eleitos para um período de dois anos. Gestão 2003-2005: Diretoria Executiva: Presidente - Zélia de Faria Neves; Vice-Presidente - Girley Antônio de Mendonça Brazileiro; Secretário  Silvio Silveira Braga; 2º Secretário  Rosa Maria Carneiro; Tesoureiro - Vilma Maria Alves Cordeiro; 2º Tesoureiro - Gercilde de Amorim Borges; Diretor Cultural - Vera Soares de Avelar Monteiro; Diretor Científico  Maria do Carmo Galvão Teixeira; Assessor de Imprensa - Antônio Azevedo. Conselho Fiscal: Geraldo José Marques Pereira, Glauber Cabral de Vasconcelos Junior, Vânia Avelar de Albuquerque, Jonh Henry Vanderlei Pollok, Rivando Ramalho de Sá, Walter Moreira Lima.
As atividades da ANBEJ são cumulativas, vêm da sua criação. A cada gestão são procedidas inovações e realizados avanços: Enos criou, Massaru impulsionou, Silvio e Pollok consolidaram, Glauber e Vânia ampliaram fronteiras (Casa do Japão), Zélia está estruturando e informatizando. Todos promoveram atividades diversas, ora técnico-científicas ora culturais.
Atualmente, a ANBEJ vem se dedicando à criação e desenvolvimento de um moderno sistema de cadastro; revisão, atualização e ampliação dos dados cadastrais dos ex-bolsistas; à criação e manutenção da home page (www.anbej.org.br); criação do “Guía do Bolsista” - virtual (revisão, atualização, ilustração, editoração eletrônica e gravação em CD R e DVD), além de atividades básicas de divulgação dos cursos da JICA (diretamente, boletim virtual “ANBEJ INFORMA”, “Informativo ANBEJ” e home page);
incentivo e orientação aos candidatos (cópias das informações e formulários), assistência ao bolsista selecionado, (informações diversas, impressos sobre o Japão e um “Guia do Bolsista”); estruturação e consolidação do escritório (equipamentos, mobiliário, arquivos físicos e virtual, documentação formal); interação com os ex-bolsistas (Informativo, contatos pessoais e impessoais - e-mails, telefonemas -, além de confraternizações); intercâmbio com instituições (locais, nacionais e internacionais); promoções de atividades ligadas ao calendário japonês (Hinamatsuri e Kodomo no Hi) e à cultura japonesa (Work Shop - Origami para Educadores) e o maior dos eventos, a Feira Japonesa. Criadas e organizadas pela ANBEJ, as Feiras Japonesas contam com grande repercussão, tem o apoio do Consulado e da Prefeitura do Recife além de empresas de origem japonesa e o significado especial de congregar todos os que, no Recife, são ligados ao Japão. Em sua sétima edição, as Feiras Japonesas do Recife representam uma síntese das diversas manifestações da cultura japonesa.
A ANBEJ tem recebido apoio financeiro da JICA e do Consulado Geral do Japão no Recife. Para 2003-2004 a JICA está apoiando os projetos (“Follow-Up Cooperation”): Suporte Básico para manutenção da ANBEJ, Manutenção da home-page, Informativo ANBEJ No. 19, Organização e administração da VII Feira Japonesa do Recife, Guia do Bolsista (Virtual), além do projeto de criação de um novo Sistema de Cadastro e da atualização e ampliação dos dados sobre ex-bolsistas e sócios. Para 2004-2005 novos projetos serão apresentados entre eles os não contemplados: “As Múltiplas Faces do Japão” (publicação - Bahia), Segundo Ciclo de Palestras Técnicas, Confraternização nos Estados e Continuação do Cadastro. O Consulado do Japão vem apoiando sistematicamente as Feiras Japonesas do Recife (), Informativos ANBEJ, entre outros.
Além da JICA e do Consulado do Japão, a ANBEJ mantém relação com as associações ligadas à cultura japonesa (Associação Cultural Japonesa Do Recife  ACJR/ Seinenkai, Associação Cultural Brasil-Japão  ACBJ, Associação de Ikebana do Recife) com as quais realiza a Feira Japonesa do Recife. Odecil, presidente da Associação Cultural Brasil Japão da Bahia, é nosso representante no estado. A ANBEJ está identificando outras associações no Nordeste, como a Brasil-Japão do Rio Grande do Norte e várias outras associações da comunidade japonesa como, por exemplo, a de Petrolina e cerca de 8 na Bahia. Recentemente, participou das comemorações dos 45 Anos da Colônia Agrícola de Bonito, Pernambuco.
As dificuldades são muitas: área de atuação (7 estados), recursos financeiros reduzidos (poucos
sócios estão em dia e os apoios são limitados), muitas atribuições e responsabilidades com a JICA sem apoio administrativo (divulgação dos cursos, assistência aos candidatos e aos selecionados, elaboração, detalhamento orçamento e prestação de contas de projetos, atualização de informações individuais, etc), desaquecimento do associado, perspectivas de redução de apoio, entre outras.
Propostas: busca de novas formas de atuação e captação de recursos; tentativa de minimizar as exigências e maximizar os apoios necessários; maior integração e troca de experiências entre associações e o estabelecimento de uma liderança nacional intinerante, localizada na associação anfitriã do próximo encontro programado.
Sobre o papel atual das associações: continuar sendo elemento de integração dos ex-bolsistas e veículo divulgador e estimulador dos treinamentos no Japão, articuladora de relações entre associações afins; promotora de eventos técnico-científicos e sócioculturais de interesse dos associados e comunidade, ampliando para isto o campo de atuação e as fontes financeiras de apoio, tanto com outras instituições japonesas, universidades ou empresas privadas. Trabalhar em sintonia com JICA, consulados e outras instituições japonesas ou brasileiras.
 
Endereço: Associação Nordestina dos Ex-Bolsistas e Estagiários no Japão - ANBEJ, Casa do Japão, Rua domingos José Martins, 227 / 303, Bairro do Recife, Recife, PE, CEP: 50.030-170, Tel/Fax: 3224.9360, www.anbej.org.br         anbej@anbej.org.br  
anbej@uol.com.br (temporário)
Fundada em 25 de abril de 1980, a ACTBJ tem o papel de congregar ex-bolsistas da JICA e  de outras instituições oficiais ou privadas japonesas ou brasileiras, pessoas que mantenham vínculo com a cultura japonesa e também da Overseas Technical Cooperation Agency  OTCA; facilitar o intercâmbio de idéias e informações e os contatos profissionais entre os associados; prestar informações a futuros bolsistas, estagiários, candidatos à bolsa e reciclagem no Japão; realizar conferências e palestras; organizar viagens e visitas dentro de um programa de atualização dos conhecimentos técnicos; manter permanente contato com o consulado e com a JICA; promover contatos técnicos-culturais com entidades privadas ou públicas japonesas ou brasileiras; editar boletins informativos sobre as atividades associação. Área de atuação: RJ, MG e ES.
Tem atualmente 521 ex-bolsistas associados e cadastrados, mas em 2003 somente 85 pagaram anuidade. O número de bolsas JICA distribuídas  durante o ano de 2003 foi cerca de 12, sendo o maior número em MG e ES. No RJ, apenas 02 ou 04 pessoas foram contempladas dentre os 144 cursos oferecidos  ao Brasil anualmente pela JICA. No ano passado, somente 44 bolsas foram aproveitadas.
Atualmente desenvolve as seguintes atividades: divulgação através de e-mails das bolsas oferecidas para associados em suas instituições, telefonemas, contatos pessoais, consulta ao site da JICA, uma vez que não é possível colocar anúncio em periódicos sobre as referidas bolsas; orientação aos bolsistas contemplados e fornecimento de informações, material de divulgação, tipo mapas, revistas, informativos, alguns endereços, kit da ACTBJ (caderneta de anotações, caneta, porta cartões de
visita), manual de instrução do bolsista; palestras no espaço cedido pelo CCIJ, por bolsistas recém-chegados ou especialistas; atendimento à missão técnica relacionada à cooperação internacional; realização da festa de confraternização de final de ano entre os ex-bolsitas e os representantes da JICA, do Consulado Geral do Japão, CCIJ e ex-bolsistas de outras associações (MONBUSHO, NIKKEY, AOTS, etc.).
Realiza em média 03 ou 04 palestras por ano sobre os mais diferentes temas, sempre dentro dos assuntos oferecidos em curso de especialização pela JICA e a esses eventos comparecem geralmente cerca de 40 associados. Essas palestras são dadas por ex-bolsistas recém-chegados do Japão, com o objetivo de reciclar os que aqui estão, trazendo para discussão o que foi estudo durante o curso, as soluções encontradas e se elas são adequadas e servem para adaptação e aplicação no Brasil .
A ACTBJ se propõe a observar mais a cultura japonesa e melhorar a interlocução com a JICA, CGJ , CCIJ e com as demais associações de ex-bolsistas; divulgar mais os programas da JICA; continuar a atualização do cadastro de ex-bolsistas; obter o compromisso de, na volta, o bolsista transmitir os conhecimentos adquiridos; prosseguir na cobrança de anuidade; propor acordos com restaurantes japoneses, visando a descontos para associados; fazer levantamento das áreas de maior interesse na cooperação técnica (área de estudo para bolsas); propor encontro com ex-bolsistas de RJ, MG e ES.
Problemas enfrentados: identificar e indicar candidatos para alguns cursos, devido ao limite de idade dos candidatos; obter material de divulgação, como filmes atualizados sobre a vida dos bolsistas no
Japão e mapas; cadastrar ex-bolsistas com base na ficha de inscrição fornecido pela JICA, uma vez que não conta com celular e endereço eletrônico; prazos muito curtos para apresentação de formulários e preparação dos bolsistas; aprovação do orçamento por tarefa (considerada projeto), como, por exemplo, atualização de cadastro, manutenção do site, realização de cada palestra, festa de fim de ano, etc bem como os prazos para apresentação de projetos; baixa adesão dos ex-bolsistas.
 
Endereço: Associação de Cooperação Técnica Brasil  Japão  ACTBJ, Centro Cultural e Informativo da Japão  CCIJ, Av. Presidente Wilson, 231/15º andar, Rio de Janeiro, RJ, www.actbj.cjb.net
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